Sua mãe tem Facebook? [dia das mães]

11/05/2012

Lobo Batuta vai às ruas para saber como as mães estão usando o Facebook.


Lobo Critica – O Orkut não para de crescer

09/03/2012


O orkut não para de crescer. De crescer beeeeeeem devagar… mas não para.

Em 2012, já não podemos dizer que o Orkut é a maior rede social do Brasil. Foi suplantado pelo Facebook, My Space, Twitter e o hábito de fazer compras no supermercado (visto que a economia está aquecida). E é justamente para atrair você de volta que a rede do Google está trazendo diversas vantagens, melhorando a usabilidade e tornando ainda mais prático e atraente todo o conteúdo do site. Por exemplo:

1. Novas formas de interação entre os usuários, como o Scrap Para Amigos Múltiplos, ou S.P.A.M.. Agora existe a possibilidade de mandar mensagens privativas, sem precisar implorar para que o destinatário “não aceite o depô”, e sem o receio de que o cretino aceite.

2. Agora é possível personalizar seu perfil no Orkut, com opções de templates temáticos: Timão, Moranguinho, Novo Testamento, entre outros. O antigo e acalentado sonho do Orkut rosa se tornou palpável! (E você nem mesmo precisa encaminhar aquela mensagem da Microsoft para cinco amigos e em seguida apertar F11).

3. Abolição total da mensagem de “No donut for you” do sistema. A partir de agora todos os usuários, sem exceção, ganharão donuts. No Brasil, os donuts serão substituídos por rosquinhas Mabel, mais adequadas ao paladar dos trópicos.

4. Bloqueio automático de pessoas inscritas na comunidade “Sou legal, não tô te dando mole”. Em contrapartida, são automaticamente enviados pedidos de amizade para pessoas solteiras e atraentes que façam parte da comunidade “A fila não anda, voa”.

5. Depois de muita negociação entre o jurídico, o financeiro e o marketing do Google, foi decidido de forma definitiva: o Orkut não vai ser pago. Aliás, a essa altura, ninguém pagaria, mesmo.


Por que os dinossauros estão ultrapassados

10/05/2011

A popularidade dos dinossauros caiu consideravelmente nos últimos anos – nos últimos 65 milhões, pelo menos -. Nos dias de hoje, é ainda mais fácil entender essa  tendência a considerá-los criaturas velhas, antiquadas. Em primeiro lugar, porque eles são criaturas velhas mesmo – também não vamos querer negar os fatos, isso seria insensato. Em segundo, porque, com seus bracinhos curtos ou patas gigantescas, eles estão completamente inabilitados a impor sua presença nas redes sociais, que são hoje o grande veículo de divulgação de futilidades, digo, informação.

As dificuldades de ser um dinossauro hoje em dia não param por aí. A cada semana, reportagens televisivas nos mostram os déficits nutritivos gerados por dietas vegetarianas, ou as doenças causadas pela carne vermelha. Carnívoro ou herbívoro, o dinossauro moderno está submetido a normas severas em sua alimentação.

Não é à toa que hoje os dinossauros agora têm pouquíssima presença no mundo. Na era mesozóica, sua existência era massiva em todos os continentes, até porque só havia um.  Não tente explicar o fim da conveniência de viajar do Brasil para a Europa de carro para um velociraptor: eles tendem a ser muito temperamentais.

Por fim, mas não menos importante, o bullying e os apelidos como “jurássico” ou “pré-histórico” não tornam mais fácil a vida dos répteis, especialmente os do triássico e do cretáceo. A mudança no tratamento dos dinossauros deve se dar, antes de mais nada, pela mudança de atitude, desenvolvendo-se o respeito aos mais velhos, especialmente aos extintos e fossilizados.


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