A língua do amor

Não falo todas as línguas do mundo, mas existe a palavra amor em todas as que conheço. Nas que não conheço, aposto, ele está presente também. E ainda que não estivesse, haveria de se criar uma forma de dizê-lo.

Não que isso importe: comunicado ou não, explícito ou tácito, o amor verdadeiro sempre será um dos impulsos mais automáticos e primitivos do ser humano. É assim que somos construídos, é o que deveríamos fazer, é o que fazemos e o que sempre faremos. Todas as barreiras que construímos – consciência, indivíduo, cidade, estado, país -, sem exceção, são rompidas eventualmente pelo poder do verbo amar.

Talvez seja isso o laço que nos une, o nosso grande traço em comum: a capacidade de amar de verdade. Em todos os lugares do mundo, em todos os idiomas, ou em idioma nenhum.

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