Um ano de Blog do Covil – As melhores coisas que fizemos (e algumas que não fizemos também)


Aniversário do blogdocovil
Hoje comemora-se uma data muito importante que em nada afetará a sua vida: o aniversário de 1 ano do blog do Covil! Eu avisei que sua vida não seria afetada.

Ao longo desses 12 meses, tivemos vários pontos altos e muitos pontos baixos também. Essa semana falaremos de alguns deles. Sim, aperte o cinto: essa será uma semana metalinguística.

E o que poderia ser melhor para iniciar um post metalinguístico do que outro post metalinguístico? “O JORNAL – Edição Extraordinária” não foi o melhor dos nossos feitos. Mas eu decidi começar com algo que eu mesmo tivesse feito, porque, bom… meu psicólogo explica melhor.

Falando de coisas bem mais recentes: como esquecer da já clássica Crítica Literária de High School? O post foi muito bem recebido em vários círculos, a maior parte dos quais era composta por nós mesmos, sentados em círculo e tomando cerveja.

Mas, e isso pode soar surpreendente, não fomos apenas nós que apreciamos o nosso trabalho nesse período: um marco único que alcançamos foi o bem humorado e politicamente incorreto post de Zaga Marteletto sobre a morte de Amy Winehouse. O texto obteve mais de 300 comentários – a maior parte dos quais de leitores dando feedback positivo, alguns poucos de fãs revoltados, cerca de uma dúzia dos nossos familiares e uns dois de spam.

Sabemos, no entanto, que quantidade nem sempre indica qualidade. E não foi pensando em popularidade, mas sim em prestar serviço ao público, que Caio Mello escreveu, com toda sua seriedade, uma crítica severa ao sistema de descarte de lixo do Rio de Janeiro. A ocasião rendeu-nos do Ibama o troféu de Menção Honrosa em Defesa do Patrimônio Natural (MHDPN, pronuncia-se “MDHPN”) , prêmio de que muito nos orgulhamos e que ostentamos orgulhosamente em nosso Quartel General.

Tudo isso, no entanto, talvez não se compare ao trabalho conjunto de Henrique Hoffmeister e Josué Bochi no qual revelamos a cura definitiva para o câncer. Para o espanto de grande parte da comunidade internacional, não foram as universidades nem fundações, mas sim um humilde blog de humor o responsável por essa grande conquista. Recebemos não apenas comentários e e-mails, mas até cartas emocionadas de pacientes e familiares cujas vidas foram beneficiadas por esse grande triunfo nas áreas da ciência, da saúde e dos blogs, nessa ordem.

Mais do que fazer humor: esse foi um ano em que salvamos vidas. E é essa a missão, ou pelo menos algo parecido, ou não muito diferente, ou que comece com a mesma letra, que esperamos continuar desempenhando por mais muitos anos, ou enquanto a internet existir, ou pelo menos enquanto a gente insistir em gastar dinheiro com um domínio pontocom que não nos traz retorno financeiro nem pessoal.

***

Atualização: parece que alguns dos links desse post não estão funcionando. Estamos trabalhando para trazer de volta a normalidade e permitir a total apreciação desta seleção da nossa obra. Se o problema persistir, reporte-o a nosso webmaster.

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