Sérgio, o náufrago em…

Histórias da Segunda Guerra e como fazer o seu próprio forno

Ahrr! Depois de muita folia, em 1945, o holocausto nazista enfim chega à quarta-feira de cinzas. Adolf Hitler era tão mau, mas tão mau, que chamou o próprio Lobo Mau pra trabalhar pra ele na unidade de engenharia malvada. Desde a mais tenra idade, Dr. Lobo Hellsenburger praticava suas experiências com pequenos animaizinhos fofos. Lembro-me de uma vez em que ele construiu um forno disfarçado de casinha de tijolos, na esperança de enganar três lindos porquinhos que viviam na floresta.

Dr. Lobo Hellsenburger

A especialidade de Herr Lobo sempre foi a culinária, carnes e assados em geral. Quando a guerra foi declarada, ele prontamente se alistou para servir na frente de fornos alemães, onde deliciosos joelhos de porco eram lentamente preparados. Entretanto, os tempos eram duros, e contra sua vontade, o doutor foi transferido para o setor de armas químicas e físicas, pois suas notas em história e geografia eram péssimas.

Durante os anos em que serviu na Unidade,  ele era constantemente pressionado pelos oficiais a ter ideias geniais. Antes do famoso dia D, o time nazista assinalou vitórias importantes graças aos revolucionários armamentos projetados por Dr. Lobo:

Bigorna atômica: por ser um objeto muito pesado de se carregar, além de perigoso – era atômico -, a bigorna era transportada apenas por aviões bombardeios, e arremessada a 20.000 pés de altura, com o intuito de atingir as cabeças inimigas.

Dinamite de Tróia: Era abandonada próximo às linhas inimigas. À primeira vista, uma simples dinamite de nitroglicerina C3H5(ONO2)3, porém com uma camada de cola super-aderente por fora. O inimigo encontrava, acendia, mas não conseguia mais largar.

Piano de três oitavas: Lançada por aviões bombardeios, tinha a mesma função da bigorna atômica, porém musical, e não-atômico.

Piano de cinco oitavas: versão maior e aprimorada do piano de três oitavas.

Gambapulta: uma arma química muito poderosa, capaz de atingir inimigos em um raio de dezenas de metros. Tinha a capacidade de até três gambás por lançamento. Arma de grande perigo e mau cheiro.

Ahrr! Apesar do sucesso como cientista, o Dr. Lobo Hellsenburger tinha saudades dos tempos em que recebia em sua casa todos os animaizinhos da floresta, e preparava com eles um delicioso banquete. Como não podia pedir demissão, resolveu matar a saudade construindo a sua melhor e mais famosa arma: um forno disfarçado de castelo medieval. Anos mais tarde, no final da guerra, quando os Aliados finalmente conseguiram pegar todos os nazistas, Hellsenburger fugiu e se escondeu em seu próprio castelo, onde foi encontrado, anos mais tarde, bem passado.

Se você também se interessa por fornos, assados e muita fumaça, aí vai um vídeo de como fazer o seu próprio forno de barro, com Sérgio, o náufrago!

Este post é um oferecimento do Mundo Sussa. Acompanhe as aventuras de Caio e Ciro Mello pela América Latina, conhecendo pessoas distantes e lugares simpáticos como Sérgio, o náufrago.

E para aprender como fazer um estilingue com Sérgio, o náufrago, clique aqui.

Uma resposta para Sérgio, o náufrago em…

  1. Cebola disse:

    Esse Sergio tem cara de quem cheira muito bem!

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