Sabedoria pop

Se inteligência fosse afrodisíaco, as bibliotecas não seriam locais de silêncio.

Em torno de um compêndio de Nietszche, digamos, haveria uma permanente e animada aglomeração. Só de pensar no seu conceito sagaz de vontade de poder, o grupo em questão seria agraciado por uma incontrolável vontade de foder. Livros de história relatariam loucas raves ao redor de mosteiros distantes, organizadas por menestreis oportunistas. O simples cheiro do conhecimento acumulado por anos dispararia, além de monumentais alergias, tesão, sedução e libido no ar.

Nem todos os cônjuges conjugam o verbo to be, ou seja, inteligência e estímulo sexual têm muito pouco a ver. É do conhecimento secular do futebol que com o pé você chuta, e com a mão você agarra (inventei agora). São coisas diferentes.

A sabedoria popular cria inverdades à revelia, e em tempos de crise vem à tona com toda a sua força e preconceito civilizado, em frases como “bandido bom é bandido morto” e outros disparates em defesa do cidadão de bem. A sabedoria popular me disse para ficar em casa durante a confusão no Rio (“alguém prevenido vale por dois”) mas também disse para eu sair (“quem não arrisca não petisca”). Eu saí e encontrei o trânsito livre.

4 respostas para Sabedoria pop

  1. Allan disse:

    Josue, nao entendi nada.

  2. Allan disse:

    owwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
    adorei a declaração
    owwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwwww
    owwwwwwwwwwwwww

  3. à milanesa disse:

    Josué, você tá tão bonito hoje…

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